quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Léo Silveira Mello - voluntário por Piracicaba






Nasceu em Piracicaba em 16 de maio de 1913. Foram seus pais, Estanislau Silveira Mello e Antonia da Costa Silveira Mello.

Diplomou-se pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz”, em 1938.

Em 1939 foi nomeado professor da Escola Profissional “Dr. Carolino da Motta e Silva”, em Espírito Santo de Pinhal, cargo que exerceu até 1955, quando então foi designado como Diretor da mesma Escola.

Como engenheiro-agrônomo possuía diversos títulos e inúmeros trabalhos executado dentro de sua especialização.

Casou-se com Ruth Vergueiro Silveira Melo e dessa união teve os seguintes filhos: José Eduardo, Luiz Antonio e Roberto.

Em 1959 mudou-se de Espírito Santo de Pinhal para a cidade de São Pedro. Foi eleito vereador à Câmara Municipal, de janeiro de 1960 a fevereiro de 1969. Foi agraciado com o título de “Cidadão Sampedrense”, outorgado pela Câmara Municipal de São Pedro.

Como sócio e na direção da Fazenda São Pedro, nesse município, participou de inúmeras atividades e obras de benemerência em prol dos mais necessitados, tendo deixado durante os anos que morou nessa cidade, inúmeros amigos.

Em 1972 transferiu-se com a família para Piracicaba e foi readmitido no serviço público na CATI, em Campinas, com o cargo de Assistente de Planejamento Agropecuário, onde permaneceu até 1978. Neste mesmo ano foi obrigado a afastar-se por motivo de doença e dois anos depois aposentou-se, vindo a falecer em 6 de agosto de 1982.


Foi Voluntário na Revolução Constitucionalista de 1932.
Alistou-se na cidade de Piracicaba (SP) sob o número 526.


Documento comprobatório

Recebeu a MEDALHA DA CONSTITUIÇÃO







Carteira de estudante.




As informações e documentos foram fornecidos por seus filhos Roberto Silveira Mello e Luiz Antonio da Silveira Melo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

11º aniversário da morte do Governador Pedro de Toledo



 
 

Em 30 de julho de 1956 o jornal “A GAZETA - Notícias e Telegramas” anunciava a comemoração cívica do 11º aniversário de morte do Governador Pedro de Toledo, organizada pela Sociedade Veteranos de 32, que era presidida pelo Sr. Mércio Prudente Corrêa.

 Nas fotografias do jornal  meu pai, Joaquim Norberto de Toledo Junior e meu irmão, José Joaquim, (marcados com uma seta vermelha) aparecem entre as personalidades presentes no evento cívico.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Ocorreu ontem a passagem do décimo primeiro aniversário da morte do ilustre paulista Pedro de Toledo, governador de São Paulo de 32. A Sociedade Veteranos de 1932 – MMDC fez realizar, às 11 horas, na Capela da Necrópole da Consolação, missa em memória do saudoso paulista. Discursaram, depois, à beira da sepultura, o padre Fernandes Pedreira, antigo Capelão das Forças Constitucionalista e o Sr. Mercio Prudente Correia, presidente daquela entidade”.
“Nas fotografias, aspectos da comemoração cívica.”
 
Arquivo Particular.
 
 
 
 
 O SenhorMércio Prudente Corrêa foi o primeiro Presidente da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC  nasceu em 11 de março de 1908 e faleceu em 20 de abril de 1983.
 
Fonte
Memórias do Ventura
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 4 de novembro de 2012

Mausoléu dos Voluntários Campineiros na Revolução de 1932




O monumento aos Heróis de 32, no Cemitério da Saudade em Campinas, SP, é de autoria de Marcelino Velez, com forma da Bandeira Paulista, foi inaugurado em 9 de julho de 1935 e abriga os restos mortais de 34 voluntários que morreram em decorrência do movimento constitucionalista de 1932. A construção foi financiada na época pela iniciativa privada.

Neste Mausoléu encontram-se os restos mortais do voluntário Nabor de Moraes, nascido em 12 de maio de 1914 na Vila Jaguary, atual Jaguariúna, SP.  Nabor foi ferido, durante um combate, por estilhaços de granada vindo a falecer em 31 de agosto de 1932.
 
Frente do Monumento Mausoléu


                                                               







O Soldado Guardião

 






 
 

Fontes de informações:

G1 Campinas e Região.
Disponível em http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012apos77-anos-monumento-aos-herois-sera-restaurado-em-campinas.html. Acesso em 02 de nov.de 2012.
 
 



 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Convite para Missa de Finados no OBELISCO


Convido todos os amigos(as) para a Missa de Finados no  Monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (OBELISCO), as 10h do dia 2 de novembro, o convite é extensivo aos familiares, amigos e toda a comunidade.

Conto com a presença de todos.



MARIO FONSECA VENTURA
Coronel  PM - Presiente
Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
Rua Anita Garibaldi, 25
Centro - SP -CEP01018-020
11 - 3105 8541

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Recebimento do DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO GENERAL BRAZILIO TABORDA


É com muita honra e satisfação que compartilho com os amigos e leitores o recebimento do Diploma de Honra ao Mérito General Brazilio Taborda, em solenidade organizada pelo Núcleo de Correspondência Voluntários Paulistas de Piracicaba e realizada no Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes, na cidade de Piracicaba (SP), em 27 de outubro de 2012.

Agradeço ao Sr. Egydio João Tisiani, ao Prof. Jefferson Biajone e ao Cel. Mario Fonseca Ventura pela confiança e reconhecimento do trabalho realizado pelo Núcleo de Correspondência de Jaguariúna.

Agradeço à Sra. Maria Antonieta Sachs Mendes, Diretora do Museu, pela calorosa recepção e consideração e  também aos amigos, leitores, colaboradores e seguidores deste blog.

 

Maria Helena de Toledo Silveira Melo

 “AO COMBATE PELA VITÓRIA”


 Maria Helena de Toledo Silveira Melo, recebendo o Diploma das mãos do Sr. Egydio João Tisiani, DD. Conselheiro do Núcleo MMDC de Piracicaba.
 


Frente do Diploma.
 



 Verso do Diploma.
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AS DUAS TRINCHEIRAS




"Esta é a trincheira que não se rendeu:
a que é nossa bandeira gravada no chão,
pelo branco do nosso Ideal,
pelo negro do nosso Luto,
pelo vermelho do nosso Coração".

(Guilherme de Almeida)

 








 
Coleção pessoal.
Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A INVASÃO DA FAZENDA









 Prédio principal da Fazenda da Barra (Losekan,2009).


Breve histórico sobre a Fazenda
A Fazenda da Barra teve origem na divisão da sesmaria do Coronel Luiz Antonio Souza e Bernardo Guedes Barreto.
As terras da fazenda, localizadas às margens dos rios Camanducaia e Pirapitingui faziam divisa com a Faz. Ribeirão (atual Holambra), de propriedade do Coronel Amâncio Bueno e Presidente Tibiriça (região do atual município de Santo Antonio de Posse).
Em meados do século XIX, José Guedes de Souza, o Barão de Pirapitingui, tetraneto de Barreto Leme, assumiu a liderança da fazenda e com o seu falecimento assumiu seu filho José Alves Guedes.
Pouco antes da crise do café José Alves Guedes faleceu e em julho de 1932 sua esposa Siomara Penteado Guedes tentou vender a propriedade mas devido à Revolução Constitucionalista a negociação foi adiada.


Figura 2. Aqueduto na Fazenda da Barra.


A INVASÃO
Devido à sua localização estratégica, em 1932 a fazenda foi invadida pelas tropas mineiras que tornaram o casarão um quartel general improvisado e ali permaneceram por três meses. Na invasão destruíram louças e móveis.
A invasão da Fazenda da Barra foi facilitada pelo fato dos proprietários e a maioria dos empregados terem-na abandonado, com receio dos combates que se travavam na região.
Na sala principal do casarão os invasores deixaram gravadas duas inscrições a carvão, preservadas até hoje: “A covardia é a base de todos os rebeldes” e “Fazendeiros! Minas há de abater o orgulho de São Paulo!!! Salve o pelotão UCA”.  
Nas figuras a seguir, inscrições que as tropas mineiras deixaram gravadas nas paredes de uma das salas.
As inscrições não são totalmente visíveis porque estão parcialmente cobertas com lona em consequência das obras de restauração.


                                                  Parte da inscrição “abater o orgulho”

 
                                             Parte da frase “orgulho de S. Paulo”


 
                                                     Parte da inscrição “de S. Paulo”

 
                                                 Parte da inscrição “Fazendeiros!”




Inscrição parcialmente coberta 

                               

 
                                Parte da inscrição “Fazendeiros! Minas ainda há de....”


Há um terreiro bem em frente à casa principal, do qual se avista vários pontos que seriam estratégicos. Talvez seja por isso que as tropas mineiras instalaram-se na residência.


 
                                 Terreiro, que fica à frente do prédio principal.


 
                          Esta é a visão do rio Camanducaia, que se tem do terreiro.
                          A construção que se vê é parte da roda d’água existente na fazenda.

 
                                 Visão da mata que margeia o rio Camanducaia.

Hoje, a sede e a área circunvizinha pertencem à prefeitura de Jaguariúna que está restaurando as edificações.

Para visualizar a localização da Fazenda da Barra, clicar ou acessar o link abaixo (imagem de satélite).
Fontes das informações.

LOSEKAN,S.  Convênio Salva a Fazenda da Barra, em Jaguariúna.  set.  2009. Disponível em:
http://jaguariunapalmadamao.blogspot.com.br/2011/09/fazenda-da-barra.html Acesso em 10 de out. 2012. 
ESCOLA CEL. AMÂNCIO BUENO. Projeto Jaguariúna na Palma da Mão. Fazenda da Barra. 8 set.2011. Disponível em:  <http://jaguariunanapalmadamao.blogspot.com.br/2011/09/fazenda-da-barra.html> Acesso em : 10 de out. 2012.

RIBEIRO, S. B. Jaguariúna no curso da história.   Secretaria de Educação de Jaguariúna. Jaguariúna, 2008. 256p. Disponível em: <http://www.casadamemoriajaguariuna.com.br/cmj/docs/livrojagua.pdf> Acesso em: 10 de out.2012.


ANIVERSÁRIO DO PORTAL “TRINCHEIRAS DE JAGUARIÚNA”!

    14 ANOS! Em 2012, iniciei as pesquisas relacionadas à Revolução Constitucionalista de 1932 em Jaguariúna. Nestes 14 anos, muitas mat...